Todo mundo mente
Eis que me vi, tão de repente, sentado em um canto minúsculo do sofá da sala de estar. Fazendo o de sempre. Pensando. Sobre mim. Sobre os outros. Sobre o mundo. Refletindo sobre a vida, basicamente.
Me pego, de surpresa, pensando sobre o que estava me acontecendo nos últimos tempos. O que eu estava presenciando. Enumerar tanta sujeira em uma lista, além de impossível, faria você, prezado leitor, sentir vontade de jogar sua última refeição ralo abaixo.
As principais razões para este que vos escreve estar indignado? Bem, não há por onde começar. Ou talvez haja sim. Pelo começo, talvez? Tudo bem, pelo único ponto pelo qual me vi obrigado a escrever – quem sabe para matar tempo, quem sabe para matar a raiva que se aflora cada vez mais dentro de mim a cada vez que penso sobre o assunto.
Falsidade. Ah, sim. Como odeio essa… esse… isso. Há pessoas cuja vida é uma grande farsa. Que talvez jamais proferiram alguma palavra que não tivesse pelo menos algo por trás. Por debaixo dos panos.
Joseph Goebbels disse uma vez que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Bem, se você algum dia já cogitou a hipótese de acreditar nesta grande mentira, não é repetindo-a mil vezes que ela passará a ser verdade, uma vez que o fato é que existe um grande muro que divide as verdades e as mentiras. Uma mentira nunca será uma verdade, tal como uma verdade jamais será uma mentira. A menos que você esteja ficando louco.
O pior? Bem, ela está por todo canto. Existe falsidade numa esquina da sua rua e na administração do seu país. Não importa o quão você seja ágil e fuja dela, ela está em todo lugar.
Aí então você pode me dizer que talvez eu esteja generalizando. Bem, convenhamos que a tese do dr. House, personagem vivido por Hugh Laurie na célebre série médica norte-americana House, M.D., não esteja nada errada. “Todo mundo mente” pode realmente parecer… amplo, mas é a mais pura verdade. Por favor, quem nunca mentiu que atire a primeira pedra.
Você pode dizer então que estou me contradizendo, criticando a falsidade mas praticando-a. Acontece que existe uma leve diferença entre um extremo e outro. Entre o básico e o exagerado. Entre o “sem querer” e o maldoso.
Enfim, é assim que caminha a humanidade. Para infelicidade do meu pobre coração que corre sérios riscos de ataques cardíacos de nojo a qualquer momento. Enquanto não morro de overdose de falsidade, o mundo vai girando sob o eixo das pessoas más, egoístas mas, acima de tudo, mentirosas. Falsas. Palmas!
Diretamente do meu espaço no Recanto das Letras
Justin “Polêmica” Bieber
Antes de mais nada, um pedido: se você for completamente fanático/fanática por Justin Bieber, ou se você o odeia com todo o seu desprezo, é melhor parar de ler este post antes que você vire apenas mais um hater e me xingue até a morte aqui nos comentários. Caso você tenha bom senso, prossiga sua leitura.
Bem, é fato que nunca antes na história mundial a geração e a captação de notícias esteve tão veloz. Surge algo de novo no mundo e em questão de minutos o assunto pode virar Trending Topics no Twitter ou a matéria mais lida do momento em algum portal qualquer. Não é de se estranhar, logo, que o mundo do entretenimento jamais esteve tão farto como está hoje. Vídeos, áudios, imagens e textos viram hit em instantes. Mas não é da internet que eu quero falar. Não dela em si.
Ídolo teen, Príncipe do Pop, modinha. É claro que se fosse pra fazer uma lista com os nomes e apelidos que Justin Drew Bieber, a mais nova sensação teen da música pop internacional, eu não iria terminar esse post antes de 2012. E essa nem é a intenção deste artigo.
O fato é que o astro é… Polêmico. Atrai o delírio de várias, a inveja de muitos, a ira de tantos… Enfim, seu nome – não raramente – é alvo de muitas discussões, piadas e conversas de garotas.
Muitos o consideram um… aproveitador, que usou a internet para alcançar a fama. O que não deixa de ser verdade, visto que ele começou no YouTube. Mas, se você parar para pensar, ele não deixa de merecer sua fama toda por conta disso. Ninguém jamais disse que a internet é o que há de podre no mundo. Não generalizando. Porque é a verdade.
Outros o chamam de esnobe. Eu não posso afirmar com tanta certeza, visto que – é claro – nunca falei com ele. Mas ele não aparenta ser esse monstro que pintam. Nas entrevistas com ele que vi, ele pareceu… gente fina, até – com exceção daquela lamentável cena com a – repórter? – Sabrina Sato… Mas afinal, quem é que não se irritaria com aquilo?
Bem. Com relação à sua fama, e ao seu talento… Há sérias controvérsias. No início da sua carreira – datada em 2007 como amador, ainda ‘YouTube star’ – sua voz era muito boa. A voz de um adolescente de treze anos. Suave, ou fina, como dizem. E a mesma permaneceu razoavelmente boa – ressalto, é a minha opinião – até meados de 2009, 2010. Mas o que ele provavelmente queria adiar, chegou: a fase da troca de voz. O que se viu em seu show de São Paulo foi lamentável. Fazer um show inteiro em playback e cobrar preços astronômicos para isso? Desprezível.
Com sua estética “delicada” e seu ex-corte “colocaram um pinico e cortaram o que sobrou”, acabou atraindo milhares de fãs, principalmente meninas, somente pela sua aparência, o que é lamentável. As declarações de Bieber, entretanto, se mostraram contrárias ao julgamento das meninas no maior estilo “quem vê cara não vê coração” e sua reação – mudar o corte de cabelo – foi digna de aplausos, embora muito provavelmente foi um golpe de marketing do tipo “hey, eu mudei meu corte pra provar que você não precisa adorar um corte de pinico pra ser minha fã!’”.
O fato é que o garoto “da mídia” hoje já está pelo menos… de bem com a vida. Faz shows pelo mundo inteiro, namora a Selena Gomez – informação aos que fazem questão de duvidar de sua sexualidade – e sua fortuna já deve estar quase incalculável. Seu nome é como um iô-iô nas paradas ao estilo Billboard, uma vez que a cada hit seu que sai, seu nome alavanca entre os mais ouvidos da semana, do mês… e por aí vai.
Concluindo: é muito fácil julgar. É muito fácil dar conceitos antecipados. O difícil é se inteirar da situação, ir além dos boatos e ouvir, fazer a prova. Se ainda assim sua opinião for contrária, nada o impede de não ouvir, mas você tem o dever de respeitar quem goste.
I’m back, bitches.
Cara, basicamente esse blog era bom. Há uns dois anos, quando eu comecei ele. Só que eu fiquei algumas eras sem escrever nele, e ele ficou a ponto de sumir da face da Terra. Mentira.
De qualquer modo, eu resolvi reativar e ele e – por algum motivo besta chamado “sou burro bjs” – excluí TUDO quanto é post. Não sobrou nem o do Mr. WordPress, coitado.
Enfim, daqui pra frente espero atualizar ele ao menos semanalmente, com coisas que eu gosto, como: música, tecnologia, etc. Além de opinar sobre vários assuntos – mesmo não sendo chamado, de fato – e postar outras babaquices minhas e tal.
Faça o que você sempre fez – ou não: ignore, simplesmente. Ou, se quiser perder seu tempo – nos momentos de ócio, talvez – prossiga. Vá em frente. Acompanhe o blog. Eu não garanto nada.